<T->
          Alegria de Saber
          Portugus -- 1 srie
          Ensino Fundamental
          
          Anina Fittipaldi
          Maria de Lourdes Russo
          Lucina Maria Marinho Passos

          Impresso em 3 partes na 
          diagramao de 28 linhas de 34 caracteres.
          
          Terceira Parte

          Ministrio da Educao
          Instituto Benjamin Constant
          Av. Pasteur, 350-368 -- Urca
          22290-240 Rio de Janeiro 
          RJ -- Brasil
          Tel.: (21) 3478-4400
          Fax (21) 3478-4444
          E-mail: ~,ibc@ibc.gov.br~,
          -- 2007 --

<P>
          Copyright Anina Fittipaldi,
          Maria de Lourdes Russo e
          Lucina Maria Marinho Passos

          ISBN 85-262-5289-5

          Direo adjunta editorial:
          Aurelio Gonalves Filho
          Responsabilidade editorial:
          Suely Yukiko Mori Carvalho
          Roberta Lombardi Martins
          Edio:
          Rita Narciso Kawamata
          Ana Luiza Couto
          Assistncia editorial:
          Lidiane Vivaldini Olo

          Direitos desta edio cedidos  Editora Scipione Ltda.

          Av. Otaviano Alves de Lima, 4400 -- 6 andar
          e andar intermedirio Ala B
          Freguesia do  -- 
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          Tel.: (11) 3990-1810
          ~,www.scipione.com.br~,
<p>
                                I
<R+>
Sumrio 

Terceira Parte

Unidade 7

Brincar  muito bom! 
  Bom demais!!!

 Uma atividade diferente :::: 193
 Vamos ler 1 ::::::::::::::: 195
 Vamos ler 2 ::::::::::::::: 196
 "Bola", de Toquinho e 
  Mutinho
 Discutindo as idias do 
  texto ::::::::::::::::::::: 198
 Na ponta da lngua ::::::::: 199
 Ateno  fala e  
  escrita ::::::::::::::::::: 200
 Texto do dia-a-dia ::::::::: 201
 Detalhe puxa detalhe ::::::: 203
 Trabalhando a oralidade :::: 203
 Vamos ler 3 ::::::::::::::: 203
 "Os brinquedos do vov", de
  Rosalina Acedo Chiarion
 Seguindo as pistas do 
  texto ::::::::::::::::::::: 205
 Discutindo as idias do 
  texto ::::::::::::::::::::: 206
 Divertimento ::::::::::::::: 208
 Vamos ler 4 ::::::::::::::: 208
 "Menino e menina", de Ana 
  Maria Machado
 Discutindo as idias do 
  texto ::::::::::::::::::::: 209
 Na ponta da lngua ::::::::: 210
 Agora voc escreve ::::::::: 211
 Texto do dia-a-dia ::::::::: 212
 Divertimento ::::::::::::::: 216
 Agora voc escreve ::::::::: 216
 Avaliando o texto :::::::::: 217
 Trabalhando a oralidade :::: 217
 Roda de leitura :::::::::::: 220
 Detalhe puxa detalhe ::::::: 221
 Vamos ler 5 ::::::::::::::: 222
 "O menino maluquinho", de
  Ziraldo Alves Pinto
 Seguindo as pistas do 
  texto ::::::::::::::::::::: 224
 Discutindo as idias do 
  texto ::::::::::::::::::::: 224
 Na ponta da lngua ::::::::: 225
 Uma atividade diferente :::: 226
<p>
                             III
 Unidade 8

Os meus, os seus... Os 
  nossos direitos e deveres

 Uma atividade diferente :::: 228
 Trabalhando a oralidade :::: 229
 Vamos ler 1 ::::::::::::::: 230
 "Com licena?", de Brian 
  Moses e Mike Gordon
 Seguindo as pistas do 
  texto ::::::::::::::::::::: 232
 Discutindo as idias do 
  texto ::::::::::::::::::::: 233
 Agora voc escreve ::::::::: 234
 Vamos ler 2 ::::::::::::::: 234
 "Quer uma mozinha?", de 
  Claire Llewellyn e Mike 
  Gordon
 Discutindo as idias do 
  texto ::::::::::::::::::::: 236
 Trabalhando a oralidade :::: 237
 Divertimento ::::::::::::::: 237
 Na ponta da lngua ::::::::: 237
 Vamos ler 3 ::::::::::::::: 240
 "Se... ser, Serafina?", 
  de Cristina Porto
 Seguindo as pistas do 
  texto ::::::::::::::::::::: 241
 Discutindo as idias do 
  texto ::::::::::::::::::::: 242
 Ateno  fala e  
  escrita ::::::::::::::::::: 242
 Detalhe puxa detalhe ::::::: 243
 Roda de leitura :::::::::::: 244
 Vamos ler 4 ::::::::::::::: 245
 "Direitos de gente 
  grande", de Carlos 
  Roberto Cury e Mara 
  Figueira
 Seguindo as pistas do 
  texto ::::::::::::::::::::: 246
 Discutindo as idias do 
  texto ::::::::::::::::::::: 247
 Vamos ler 5 ::::::::::::::: 248
 Seguindo as pistas do 
  texto ::::::::::::::::::::: 253
 Discutindo as idias do 
  texto ::::::::::::::::::::: 254
 Trabalhando a oralidade :::: 255
 Detalhe puxa detalhe ::::::: 256
 Agora voc escreve ::::::::: 259
 Avaliando o texto :::::::::: 260
 Divertimento ::::::::::::::: 260
 Trabalhando a oralidade :::: 261
<p>
                                V
 Agora voc escreve ::::::::: 261
 Uma atividade diferente :::: 262

Unidade 9

Eu conto um conto. Que 
  encanto!!!

 Uma atividade diferente :::: 264
 Trabalhando a oralidade :::: 265
 Vamos ler 1 ::::::::::::::: 266
 Discutindo as idias do 
  texto ::::::::::::::::::::: 268
 Agora voc escreve ::::::::: 269
 Avaliando o texto :::::::::: 269
 Vamos ler 2 ::::::::::::::: 270
 "Menina bonita do lao de 
  fita", de Ana Maria 
  Machado
 Discutindo as idias do 
  texto ::::::::::::::::::::: 273
 Detalhe puxa detalhe ::::::: 274
 Ateno  fala e  
  escrita ::::::::::::::::::: 275
 Divertimento ::::::::::::::: 276
 Vamos ler 3 ::::::::::::::: 277
<p>
 Discutindo as idias do 
  texto ::::::::::::::::::::: 278
 Trabalhando a oralidade :::: 279
 Texto dialoga com 
  texto ::::::::::::::::::::: 281
 Divertimento ::::::::::::::: 284
 Roda de leitura :::::::::::: 285
 Na ponta da lngua ::::::::: 286
 Vamos ler 4 ::::::::::::::: 287
 "Seres encantados que
  desembarcaram no Brasil", 
  Globinho
 Seguindo as pistas do 
  texto ::::::::::::::::::::: 289
 Discutindo as idias do 
  texto ::::::::::::::::::::: 289
 Divertimento ::::::::::::::: 290
 Ateno  fala e  
  escrita ::::::::::::::::::: 291
 Agora voc escreve ::::::::: 291
 Uma atividade diferente :::: 292
<R->

<151>
<Tale. saber 1 srie>
<T+193>
Unidade 7

Brincar  muito bom! 
  Bom demais!!!

  Nesta unidade voc vai conversar, ler e
escrever textos sobre brinquedos e brincadeiras.
  Vai tambm se divertir! E pensar um
pouquinho nos cuidados que deve tomar na hora
de brincar.
  Vamos l?

<152>
Uma atividade diferente

  Voc j brincou de roda?
Lembra-se das cantigas entoadas
na brincadeira? Vamos fazer esta
atividade para conhecer mais
algumas cantigas de roda.
  O professor vai dividir a
classe em grupos. Voc e seu
grupo vo ler as letras a seguir,
descobrindo a msica que deve
ser cantada.
  E ento? Foi fcil se lembrar
das melodias?
  Que tal brincar com algumas
delas no ptio da escola?

 A --
 Caranguejo no  peixe,
 Caranguejo peixe ;
 Caranguejo s  peixe
 Na enchente da mar.

 Ora palma, palma, palma!
 Ora p, p, p!
 Ora roda, roda, roda,
 Caranguejo peixe !

 B --
 De olhos vermelhos
 De plo branquinho
 De salto bem leve
 Eu sou coelhinho
 Comi uma cenoura
 Com casca e tudo
 To grande ela era
 Fiquei barrigudo

 C --
 A barata diz que tem
 Sete saias de fil.
  mentira da barata,
 Ela tem  uma s.

 Ah! H, h,
 Oh! H, h,
 Ela tem  uma s.

 Cantigas populares.

<153>
Vamos ler 1

  Agora, voc vai conhecer alguns quadros de pintores brasileiros
famosos, que mostraram, em sua arte, brincadeiras infantis. Afinal, um dia,
eles tambm foram crianas!
  Com um colega, observe atentamente os detalhes destes quadros.
  Qual  a brincadeira retratada
em cada um?
 Quadro A .....
 Quadro B .....
 Quadro C .....

<F->
==================================
  pea orientao ao professor  y
gggggggggggggggggggggggggggggggggg
<F+>

  Converse com o
professor para saber o
ttulo das obras e o
nome de seus autores.

  Agora, responda:
<R+>
 1. De qual pintura voc mais gostou? Por qu?
 2. Que sentimento essa pintura desperta em voc? Alegria? Paz? Amizade?
 3. O que chamou mais sua ateno nesses quadros? As figuras? As 
cores? O lugar?
<R->

<154>
Vamos ler 2

  Veja quantas brincadeiras existem nesta letra de msica:

Bola
 
<R+>
 Pulo, pulo, pulo, vou de p em p
 Da chuteira do menino na vidraa da mulher
 Salto, salto, salto, mais que perereca
 Pulo o muro e caio em cima da cabea de um careca
 Corro, corro, corro, na praia de manh
 E quando eu balano a rede  festa no Maracan
 Rolo, rolo, rolo, rpido e rasteiro
 E sou muito maltratada pelos ps de peladeiro
 Pulo, pulo, pulo, vou com quem vier
 Joguei com Nilton Santos, com Garrincha e com Pel
 Salto, salto, salto, com todo carinho
 Joguei com Rivelino, com Tosto e Jairzinho
 Rolo, rolo, rolo, com satisfao
 Hoje jogo com o Scrates, o Zico e o Falco
 Corro, corro, corro, do comeo ao fim
<p>
 Depois que acaba o jogo, ningum mais lembra de mim.

Toquinho e Mutinho. In: Toquinho. *Casa de brinquedos* (CD).
Rio de Janeiro: 
  Universal Music, 1983. (C) 1982 by Tonga (BMG Music Publishing Brasil Ltda.)
<R->

<155>
Discutindo as idias do texto

<R+>
 1. O texto poderia ter o ttulo Jogo de futebol? Por qu?
 2. De acordo com o texto, quais so as aes da bola em campo?

 3. Em que verso a bola  comparada a:
 a) uma pessoa?
 b) um animal?

 4. Por que a bola faz festa no Maracan?

_`[{foto de torcedores do Flamengo nas arquibancadas do estdio_`]
 Legenda: Torcida do Flamengo comemora a conquista da Taa Guanabara. Estdio do
Maracan, Rio de Janeiro (RJ), 2004.

 5. Voc conhece os nomes citados na letra da msica? Converse com o
professor sobre eles.

<156>
Na ponta da lngua

 1. Nos versos abaixo, destaque as expresses que indicam lugar.
 a) Corro, corro, corro, na praia de manh
 b) Pulo o muro e caio em cima da cabea de um careca
 c) E quando eu balano a rede  festa no Maracan

2. Veja:
 a) Pulei o muro. 
 b) Encontrei o gato no muro.
  Em que alternativa a palavra muro  o nome do lugar?
<p>
Ateno  fala e  escrita

 1. Copie palavras do poema que terminem em o.
 2. Veja como terminam estas palavras, converse com os colegas e
responda a questo a seguir:
 pulam -- saltam -- balanam
  O que as terminaes -o e -am tm de semelhante? E de diferente?
 3. Encontre em jornais e revistas palavras com essas terminaes.
  Arrume-as no mural da sala.
<157>
 4. Complete as palavras do texto a seguir com as terminaes -o ou -am.
  Hoje, Araras Futebol Clube e Sociedade Esportiva Beija-Flor jog.....
no Estdio das Perdizes. O juiz do jogo  aquele alto e grand.....
de quem os bandeirinhas no gost..... Os jogadores dos dois times
esper..... que tudo corra bem, para que a partida seja um jog.....
<R->
<p>
Texto do dia-a-dia

  Voc sabe o que  uma pesquisa de opinio?

  *Pesquisa de opinio*  um levantamento das opinies de um
grupo de pessoas sobre determinado assunto. Os resultados dessa
pesquisa so registrados em grficos, quadros e textos.

  O texto a seguir mostra o resultado de uma
pesquisa feita com crianas. Voc vai conhecer o
brinquedo que muitas delas gostariam de ganhar.

O melhor presente

  Patins so os brinquedos preferidos para o Dia da
Criana. A Folhinha entrevistou 60 crianas de 6 a 11
anos para saber qual  seu brinquedo dos sonhos.
  Ganhar patins  o desejo de 15 dos entrevistados. O segundo
brinquedo mais desejado  a bicicleta. Das 60 crianas, sete querem
pedalar uma *bike*. Em terceiro lugar, veio o *minibuggy*, com seis votos.
Brinquedos com rodas deixaram para trs *videogames* e bonecas.

<R+>
Rosngela de Moura. *Folha de S.Paulo*, 6 out. 1995, p. 6. Fornecido pela Agncia Folha. (Texto adaptado.)
<R->

<158>
  Responda, de acordo com o texto anterior:
<R+>
 1. Qual  o ttulo do texto?
 2. Que jornal publicou a pesquisa?
 3. Quantas crianas foram entrevistadas?
 4. Qual  o presente preferido pelas crianas?
 5. Que presente ficou em segundo lugar?
<R->
<p>
Detalhe puxa detalhe

  Que tal fazer uma atividade parecida com a pesquisa de opinio que
voc leu?
  Rena-se com seus colegas e faam uma lista com nomes de brinquedos.
O professor a anotar no quadro. A seguir, cada um vai escolher o brinquedo
que gostaria de ganhar, e o professor marcar no quadro. Por ltimo, ele
somar os votos e vocs descobriro qual  o brinquedo preferido da classe.

<159>
Trabalhando a oralidade

  Imagine que voc  um locutor e dever apresentar os resultados da
pesquisa em um programa de rdio.
  Como voc faria isso? Mostre para a classe.

Vamos ler 3

  Voc j conversou com uma pessoa mais velha sobre como ela
brincava quando era criana? Ser que eram as mesmas brincadeiras de
hoje? O texto a seguir fala sobre isso:

<R+>
Os brinquedos do vov

 L no banco da praa,
 o av recorda com o neto:

 Que bom lembrar, meu neto,
 das travessuras
 do meu tempo de criana.

 Rolim, bola, peteca,
 pipa, bicicleta ().
 Pio, pula-corda, cabra-cega,
 esconde-esconde, passa-anel e pega-pega.

 ! ! !
 So brincadeiras gostosas
 que divertiam o seu av!

 E hoje voc, meu neto,
 no percebe o tempo que passa,
 fica no *video game*
 fechado naquela sala.

 ! ! !
 Abra os olhos, meu netinho,
 aproveite... brinque sempre
 das coisas to diferentes
 que lhe conta o seu av.

Rosalina Acedo Chiarion In: Jos De Nicola e 
Rosalina A. Chiarion. *Coleo Novo caminho -- 
Livro de Alfabetizao*. So Paulo: Scipione, 1997.

<160>
Seguindo as pistas do texto

 1. Voc conhece as aspas ()? So dois sinais de pontuao usados
sempre juntos. Localize-as no texto e responda:
  Para que servem as aspas nesse texto? Destaque a resposta
certa.
 a) Para destacar a fala do netinho.
 b) Para chamar a ateno do leitor.
 c) Para marcar a fala do vov.

 2. L no banco da praa,
  O av recorda com o neto:
 a) Se voc quisesse dizer que o banco da praa fica bem perto, que
palavra voc usaria? Destaque a resposta certa.
 longe -- distante -- aqui
 b) Observe o sentido da palavra banco nesta frase:
  No banco da praa, o av conversa com o neto.
  Com um colega, escreva uma frase com a palavra banco em outro
sentido.

<161>
Discutindo as idias do texto

 1. De quem o poema fala?
 2. Em que local esto essas pessoas?
 3. O espao onde
aconteciam as
brincadeiras do vov 
diferente do espao das
brincadeiras de hoje.
<p>
_`[{foto de um menino e uma menina, sentados no cho do quarto, brincando com um jogo de montar_`]
<R->

  Nas dcadas de 1950 e 1960,
os brinquedos de montar
eram dos preferidos
das crianas.

  De acordo com o poema, onde voc acha que o vov brincava? E o
neto, onde brinca?
<R+>
 4. Destaque a resposta certa.
  Qual trecho mostra o conselho do av para o neto?
 a) E hoje voc, meu neto,/ no percebe o tempo que passa,
 b) Que bom lembrar, meu neto,/ das travessuras do meu
tempo de criana.
 c) Abra os olhos, meu netinho,/ aproveite... brinque sempre
  (...)

 5. Na sua opinio, o que o av acha dos brinquedos atuais? Justifique sua
resposta com versos do poema.
<R->

<162>
Divertimento

  Com um colega, observe: nas ilustraes, falta o ambiente onde
acontece cada brincadeira. Use a imaginao e complete o quadro. Capriche!

<163>
Vamos ler 4

  Voc acha que meninos e meninas podem brincar das mesmas coisas?
Leia este texto, de Ana Maria Machado, e veja se voc concorda ou no
com as crianas:

<R+>
Menino e menina

 A menina Janana tem uma bela boneca.
 O menino Benedito tem uma bonita bola.
 Janana pede a bola de Benedito.
 Mas ele fala:
 -- Bola  de menino, Janana. No  de menina.
 Depois, Benedito pede a boneca de Janana.
 A ela fala:
 -- Boneca  de menina, Benedito. No  de menino.

Ana Maria Machado. *Pena de pato e de tico-tico*.
So Paulo: Salamandra, 1997.

Discutindo as idias do texto

 1. Destaque a frase que est de acordo com o texto lido.
 a) O texto apresenta apenas o dilogo entre Benedito e Janana.
 b) Nesse texto, o menino e a menina contam a histria.
 c) Nesse texto, um narrador apresenta a conversa entre as duas
crianas.

 2. Os dois personagens da histria conversam sobre brinquedos.
 a) Quem primeiro pede um brinquedo?
 b) Quem d a primeira resposta?

 3. Com o que voc gostaria de brincar: com a bola ou com a boneca?
  Ou com os dois? Por qu?
<R->

<164>
Na ponta da lngua

  Ao ler um texto, devemos estar atentos s palavras, s frases e tambm
aos sinais de pontuao que orientam a leitura e a compreenso.
<R+>
 1. Na histria de Ana Maria Machado, que sinal de pontuao aparece
mais vezes?
 2. Leia em voz alta os pargrafos que terminam com ponto final.
 3. Quando esse sinal de pontuao  usado? Converse com o professor
e, depois, responda.
<R->
 
   importante tambm prestar ateno nas palavras ou expresses que
ajudam a costurar as idias do texto.
  Veja:
 menino e menina
 menino ou menina

<R+>
 4. Os termos (e/ou) que ligam as palavras tm o mesmo sentido? Qual
 o sentido de cada um? Converse com o professor sobre isso.
 5. Escolha uma palavra do quadrinho abaixo para relacionar as duas frases.
<R->

   -- ou -- e -- pois

  A menina Janana tem uma bela boneca ..... o menino
Benedito tem uma bonita bola.

<165>
Agora voc escreve

  O texto abaixo foi escrito com trs frases. Encadeie suas idias, usando
as palavrinhas que esto no quadrinho:
  Mariazinha prefere brincar com a boneca Emlia.
  Ela ganhou esse presente de sua av.
  A menina no se esquece dos outros brinquedos.
  mas -- porque

Texto do dia-a-dia

  Voc conhece o jogo-da-velha? Sabe como se joga?
  O texto a seguir d todas as orientaes para que voc o jogue com
seus colegas. Acompanhe a leitura do professor.

Jogo-da-velha

  Material: folha de papel (ou quadro-de-giz) e canetas (ou gizes)
  Formao: dois jogadores
  Instrues: desenhem uma grade com dois traos verticais e dois
horizontais que se cruzem. O primeiro jogador dever marcar o sinal
<R+>
 em qualquer casa dessa grade. Em seguida, o adversrio marcar
o sinal X na casa que escolher, menos na j ocupada pelo adversrio.
<R->
  O objetivo  o de ocupar trs casas vizinhas na horizontal,
vertical ou diagonal.
  Os jogadores continuam marcando,
um de cada vez, at que algum vena
ou o espao acabe.

<R+>
Francisco Mrio (Coord.). *Cantar e brincar*.
Rio de Janeiro: R. B. E. Editorial, 2000.
<R->

<166>
  Responda, de acordo com o texto anterior:
<R+>
 1. Em quantas partes se divide o texto? Quais so elas?
 2. Em qual parte esto as regras do jogo?

 3. Destaque a resposta certa:
 a) Cada linha desse texto chama-se verso.
 b) Esse texto conta a histria de duas crianas que gostam do
jogo-da-velha.
 c) Esse texto ensina s crianas um jogo.
 d) Nesse jogo a mesma criana joga duas vezes seguidas.
<R->

  O texto que d instrues sobre a organizao e a realizao de
jogos e receitas culinrias e orienta o uso de mquinas e aparelhos
eletrnicos chama-se *texto instrucional*.

<R+>
 4. Observe com
bastante ateno
os textos a seguir.
Destaque aqueles que
do instrues.

Livro de receita

a) Bolo Prestgio 
  (...)
  Ingredientes
  (...)
  Recheio
  (...)
  Cobertura
  (...)
  Modo de preparo
<p>
 b) Tartarugas de volta  Lagoa Mirim
  Novecentos e 18 filhotes de tartarugas silvestres foram devolvidas ontem  costa
da Lagoa Mirim, em Arroio Grande, no sul do Estado, depois de 13 horas de viagem. (...)
<167>
 c) Identificao do produto
  Nome do produto Redoxon
  Nome genrico cido ascrbico
  Uso adulto e peditrico
  (...)
  Informao ao paciente
  (...)
  Todo madicamento deve se mantido fora do alcance das crianas.
 d) Se essa rua fosse minha
 Se essa rua, se essa rua fosse minha,
 eu mandava, eu mandava ladrilhar,
 com pedrinha, com pedrinha de brilhante,
 s pra ver, s para ver meu bem passar.
  (...)

Divertimento

 1. Jogo-da-velha
  Junte-se a um colega e siga as
instrues do texto anterior
para jogar.
 2. Jogo da letra certa
  Escolha outro colega. Oua as instrues do professor para este 
jogo.

_`[{cada - vale uma letra_`]

 t - - - - - - - - a
<R->

  E ento? Entendeu as instrues do professor? Conseguiu jogar
com facilidade? Sempre que vamos brincar de um jogo pela primeira
vez, precisamos ler o texto que ensina como jog-lo.

<168>
Agora voc escreve

  Com a ajuda do professor, voc e seus colegas vo escrever um texto
instrucional sobre o Jogo da letra certa.
  O professor vai organizar as idias da classe no quadro-de-giz. A seguir,
cada um copia o texto.

 Material: .....
 Formao: .....
 Instrues: .....

Avaliando o texto

  No texto que voc e seus colegas escreveram:
<R+>
 a) as regras do jogo esto escritas com clareza?
 b) algum que no conhece o jogo, ao ler esse texto, conseguir jogar?
<R->

<169>
Trabalhando a oralidade

  O que acontece em uma brincadeira quando no se respeitam as regras?
Isso j aconteceu com voc?
  Vamos ver o que este texto diz...

<R+>
Jogo de dados

 Jogo de regra
 -- No cho no vale!
 -- No vale por qu?!
 -- No cho s vale
 quando  bom pra voc!
 -- Mas no faz diferena,
 no faz mal nenhum...
 -- Queria s ver
 se, em vez de seis, fosse um!
 -- Joga logo, pirralho,
 eu no tenho o dia inteiro!
 -- S jogo se o dado
 s valer no tabuleiro!
 -- No fala bobagem,
 pega a regra pra ver!
 -- Voc sabe muito bem
 que eu ainda no sei ler!!
 -- Falou o nenezinho!
 Eu leio a regra, ento...
 -- De jeito nenhum,
 Voc  um ladro!
 -- Larga de ser bobo,
 que moleque mais choro!
 -- No me chama de moleque,
 choro  tua v!!

 Sopapo!
 Empurro!
 Safano!
 Qiproqu!!!

 O jogo acabou,
 Mas ficou a questo:
 -- Afinal...
 vale ou no vale no cho??

Cludio Thebas. *Amigos do peito*.
Belo Horizonte: Formato, 1996.

<170>
 1. Faa com seus colegas uma leitura dramatizada do texto. Pea ajuda ao
professor. Fique atento  pontuao e capriche na leitura!

 2. Responda oralmente:
 a) Ser que os meninos no conseguiram jogar dados por causa de um
*qiproqu*? Alis, o que essa palavra significa?
Para responder a pergunta, consulte o dicionrio. 
 b) Voc acha que essa situao poderia ter sido resolvida por um dos
meninos? Como?
<R->

Roda de leitura

  Com seus colegas, voc vai observar fotografias de vrios jogos.
  Veja o que cada foto mostra. Indique:
<R+>
 a) o nome de cada jogo;
 b) o que est acontecendo em cada partida.

_`[{legenda das fotos, a seguir_`]
 1) Felipe Rizo Ramos, rbitro, expulsando o
jogador Ronaldinho Gacho, no jogo entre Brasil e Inglaterra, Copa do
Mundo de Futebol, Japo, 2002.
 2) O piv no jogo entre COC -- Ribeiro Preto e Franca pelo Campeonato Paulista. Ribeiro
Preto (SP), 2003.
 3) Zoran Krizanec, da Crocia, e Chih Jung Chang, de Taiwan, em partida
pelas Paraolimpadas. Atenas, 2004.
<R->

<171>
Detalhe puxa detalhe

  Nas brincadeiras, no se deve apenas
obedecer s regras.  necessrio tambm
tomar alguns cuidados.
  Observe este anncio:

<R+>
_`[{menino: -- manh, t indo jogar bola.
  Caracol: -- Tenha sempre em casa remdios para desinfetar 
machucados; Voc pode precisar_`]

Anncio publicado na revista *Boa Forma*, set. 2000.

 1. Responda:
 a) Qual  a finalidade do anncio?
 b) Por que a palavra Manh est escrita desse jeito no texto?
 c) Este  um anncio de remdio. Por que ele trata de um menino que
vai jogar bola?

 2. Algumas brincadeiras so perigosas. Voc sabe que cuidados deve
tomar ao empinar uma pipa? Para responder a essa questo, combine
com o professor uma visita ao Corpo de Bombeiros de sua cidade. L,
pergunte aos bombeiros que atitudes devem ser evitadas ao brincar.
  Depois, na escola, escreva um relatrio dos cuidados mais importantes
que todos devem ter ao brincar. Organize com os colegas um cartaz e
coloque no ptio da escola ou no mural da classe.
<R->

<172>
Vamos ler 5

  Voc conhece o Menino Maluquinho? Do que ser que ele gosta de
brincar? Ser um brinquedo perigoso? Leia e descubra:
<p>
O Menino Maluquinho

 A pipa que
 o Menino Maluquinho soltava
 era a mais maluca de todas
 rabeava l no cu
 rodopiava adoidado
 caa de ponta-cabea
 dava tranco e cabeada
 e sua linha cortava
 mais que o afiado cerol.

 E a pipa
 quem fazia
 era mesmo o menininho
 pois ele havia aprendido
 a amarrar linha e taquara
 a colar papel de seda
 e a fazer com polvilho
 o grude para colar
 a pipa triangular
 como papai
 lhe ensinara
 do jeito que havia
 aprendido
 com o pai
<p>
 e o pai do pai
 do papai.

<R+>
Ziraldo Alves Pinto. *O Menino Maluquinho*.
So Paulo: Melhoramentos, 2000.

Seguindo as pistas do texto

 1. Voc sabe o sentido de todas as palavras do texto? Destaque as que voc
no conhece. Converse com o professor ou consulte o dicionrio.
 2. A pipa do Menino Maluquinho tambm era maluquinha. Copie do
poema trs frases que mostram essa caracterstica.

<173>
Discutindo as idias do texto

 1. O texto est dividido em duas
estrofes com assuntos diferentes.
  Marque com a o que diz *a* 1 estrofe
e com *b* o que diz a 2 estrofe.
 ( ) Como se faz uma pipa.
 ( ) As caractersticas da pipa.
 ( ) As aes da pipa no cu.
 ( ) Quem ensinou o menino a fazer a pipa.

2. Com quem o Menino Maluquinho aprendeu a fazer pipas?

3. Responda:
 a) Quem  o pai do pai do menino?
 b) Quem  o pai do pai do papai?
<R->

Na ponta da lngua

  Releia os versos:
 a amarrar linha e taquara
 a colar papel de seda

<R+>
 1. Que aes o menino faz para
construir sua pipa?

<174>
 2. Como ficariam os versos...
 a) se voc quisesse indicar que o menino j fez a pipa?  ao no passado.
  O menino ..... linha e taquara, ..... papel de seda.
 b) se voc quisesse indicar que o menino est fazendo a pipa?  ao
no presente.
  O menino ..... linha e taquara, ..... papel de seda.
 c) se voc quisesse indicar que o menino ainda vai fazer a pipa?  ao no futuro.
  O menino ..... linha e taquara, ..... papel de seda.
<R->

Uma atividade diferente

  Que tal construir um brinquedo de sucata e organizar uma exposio?
<R+>
 1. Traga, para a aula, caixas, botes, pedaos de pano, jornais, revistas,
barbante, l, palitinhos, papis coloridos, pincis, cola, tinta guache...
 2. O professor vai distribuir entre os grupos diferentes materiais e cada
um vai construir seu brinquedo de sucata.
 3. Em uma folha separada, cada grupo vai escolher um nome para o
brinquedo e, depois, escrever um poema que fale sobre ele.
 4. Cada grupo apresentar seu brinquedo e depois ler o poema.
 5. Para a exposio, tragam de casa brinquedos antigos ou modernos.
  No se esqueam de colocar uma etiqueta em cada brinquedo com o
nome de quem o trouxe. Exponham tambm os brinquedos de sucata
com os poemas. Convidem colegas de outras classes e boa diverso!
<R->

               oooooooooooo
<175>
<p>
Unidade 8

 Os meus, os seus... Os nossos 
  direitos e deveres

  Nesta unidade, voc e seus colegas vo conhecer assuntos
importantes para a boa convivncia: os deveres e os direitos
de crianas e adultos.
  Afinal, esse no  um assunto s de gente grande!

<176>
Uma atividade diferente

  Com um colega, observe a
ilustrao 
e faa uma lista
das aes
praticadas.

<R+>
_`[{vrias pessoas, em diferentes situaes do dia-a-dia_`]
<R->

  Agora, converse com os colegas: essas aes so legais para a boa
convivncia entre as pessoas?
  No dia-a-dia, voc v pessoas agindo assim? Conte para a classe.
<L>
<177>
 Trabalhando a oralidade

  Nesta atividade, voc ter a tarefa de resolver situaes desagradveis
que podem surgir no dia-a-dia.
  O professor vai dividir a turma em grupos e ler o texto seguinte.
Acompanhe:

<R+>
O que fazer?

 O que voc faria...
 (...)
 ... se o porteiro do prdio
 pedisse para voc no falar
 palavres no corredor?
 ... se sua vizinha vivesse se exibindo s
 porque compra mais coisas do que voc?
 ... se algum pedisse para
 voc guardar um segredo?
 (...)
 ... se algum parasse voc na rua
 e pedisse seu tnis novinho em folha?
 (...)
 ... se seu pai lhe desse uma bronca
 porque o rdio est quebrado
 mas o culpado  seu irmo?
 (...)

Liliana Iacocca e Michele Iacocca.
*Falando de convivncia*. So Paulo: tica, 2000.
<R->

  Cada grupo ter de pensar na soluo de um desses problemas.
  Depois, o professor vai reler as perguntas do texto e o grupo vai dizer
a soluo encontrada.
  Depois, conversem: o que os outros grupos acham de cada soluo?

<178>
Vamos ler 1

  Voc sabe o que  convivncia? O que devemos fazer para conviver
bem? Converse com o professor. Agora, leia o texto.

Com licena?

  Voc j pensou sobre a convivncia entre as pessoas? J ouviu falar
em gentileza, ateno e respeito? Voc sabe por que os adultos vivem
ensinando como as crianas devem se comportar?
Como voc se sente quando:
  Repreendem voc porque arrotou?
  Pedem para voc dar o lugar a outra pessoa?
  Chamam sua ateno quando voc diz
alguma coisa inconveniente?
  Ou mostram que voc est se
comportando mal ou sendo
mal-educado? ()
   preciso encontrar maneiras de conviver
com os amigos, os professores e as outras pessoas
de modo que todos se sintam bem e respei-
<p>
tados.
Como  na sua escola? ()

<R+>
Brian Moses e Mike Gordon. *Com licena? Aprendendo sobre convivncia*.
Trad. Neide Nogueira. So Paulo: Scipione, 2003.

Seguindo as pistas do texto

 1. Com um colega, procure no dicionrio o significado das seguintes palavras:
 gentileza: .....
 inconveniente: .....

 2. O ttulo do livro -- *Com licena?* --  uma pergunta e est entre aspas.
  Dos itens abaixo, marque aquele que melhor explica essa expresso.
 a) Os autores do texto so educados.
 b) Trata-se de uma expresso usada por pessoas educadas.
 c) Os autores querem saber se os leitores so educados.

<179>
Discutindo as idias do texto

 1. Qual  a finalidade desse texto? Destaque a resposta certa:
 a) Fazer as pessoas pensarem como  importante tratar bem os outros.
 b) Ensinar como se cumprimenta uma pessoa.
 c) Elogiar qualquer coisa que as pessoas faam.

2. No texto h quatro perguntas que mostram o modo
de os adultos cobrarem certas atitudes das crianas.
 a) Copie essas perguntas:
 b) Como voc reagiria se um adulto cobrasse essas atitudes de voc?
  Ficaria zangado ou tentaria entender o porqu?
<p>
 3. Observe o ttulo do texto e crie uma situao em que voc usaria essa pergunta:
<R->

Agora voc escreve

  O texto termina com uma pergunta sobre a convivncia na escola.
  Escreva como as pessoas devem se comportar e falar, com respeito e
gentileza, nas seguintes situaes:
<R+>
 a) O aluno quer ir ao banheiro durante a aula. Como deve agir?
 b) O estojo de lpis de um colega caiu no cho. Como voc deve agir?
  O que voc deve falar?
<R->

<180>
Vamos ler 2

  E em casa, voc ajuda os adultos? Como? Leia o texto.

Quer uma mozinha?

  Toda manh, h sempre um
monte de coisas para fazer em
casa: arrumar as camas, dar
comida aos nossos bichos de
estimao e tirar a mesa do caf
da manh.
   noite, h mais coisas para
fazer: pr a mesa do jantar, lavar
a loua e ajudar a preparar o
banho do Carlinhos.
  s vezes, no tenho a mnima
vontade de colaborar. Prefiro
fazer outra coisa em vez disso:
terminar um desenho, assistir
televiso... brincar com o gato ou
conversar com meu amigo
Chico.
  Por que tenho de ajudar as
pessoas?
  Ningum me ajuda nunca!
  Meu pai disse:
  -- Todo mundo precisa de
uma mozinha de vez em quando. Lembra quando voc caiu de
bicicleta? Aquele rapaz gentil levou voc de volta para casa. E quando
voc esqueceu a fantasia na festa de carnaval do ano passado?
Lembra o que aconteceu? Sua me saiu de bicicleta no meio da chuva
e levou a fantasia para voc. ()
Ele tinha razo. Muitas vezes, precisei mesmo de ajuda. E acho
que as outras pessoas tambm precisam.
  ()

<R+>
Claire Llewellyn e Mike Gordon. Quer uma mozinha?
*Aprendendo sobre colaborao*. Trad. Irami B. Silva. So Paulo: Scipione, 2003.

<181>
Discutindo as idias do texto

 1. Nesse texto, algum reflete o tempo todo sobre a colaborao. Essa
personagem  um adulto ou uma criana?
 2. No incio da histria, a personagem no quer colaborar com as
pessoas. Copie do texto uma frase que mostre isso.
 3. Quem faz a criana mudar de idia e entender a importncia de
colaborar? Como essa pessoa conseguiu fazer isso?
<R->
<p>
Trabalhando a oralidade

  Com um colega, crie uma situao para cada frase abaixo.
  A seguir, dramatize para a classe a situao inventada.

  -- Por favor, voc poderia abrir a porta pra mim?
  -- Queira desculpar!
  -- Muito obrigada, volte sempre!
  -- Pois no!

<182>
Divertimento

  Responda rapidinho...
  Quando devemos usar as palavras doutor, professor e senhor?
  Por qu?

Na ponta da lngua

  Para que haja uma boa comunicao entre as pessoas,  preciso usar
bem as palavras.
  De acordo com a situao, devemos saber fazer perguntas, explicar o
que nos perguntam, dar instrues e opinies.

<R+>
 1. Relacione as duas colunas:

1 coluna
 a) informao pessoal
 b) explicao
 c) instruo
 d) opinio

2 coluna
 ( ) Fui para ver o filme.
 ( ) Quantos anos voc tem?
 ( ) Voc concorda com essa nota de prova?
 ( ) Como eu fao para jogar domin?

2. Relacione as aes s expresses certas, ligando as duas colunas:
 a) Como usar um telefone pblico?
 1 coluna:
  Retire .....
  Aguarde .....
  Coloque .....
  Disque ..... 

 2 coluna:
  o tom .....
  o nmero .....
  a ficha ou o carto .....
  o fone do gancho .....
 b) Como usar uma mquina fotogrfica?
 1 coluna:
  Coloque .....
  Olhe atravs do .....
  Acerte .....
  Pressione .....

 2 coluna:
  o boto .....
  o foco .....
  o filme na mquina .....
  visor .....
<R->

<183>
<p>
Vamos ler 3

  Voc conhece a Serafina? Quem ser que ela vai ajudar neste texto?
E como vai ajudar?

Se... ser, Serafina?

  -- Sabe, professora, se gente grande
fosse criana e se criana fosse gente
grande, eu queria ser prefeita da
cidade das gentes grandes. Sim,
porque todas as crianas iam
trabalhar comigo na prefeitura.
Enquanto as gentes grandes fossem
pra escola, fizessem a lio de casa,
e fossem dormir cedo, a gente ia cuidar
da administrao da cidade. Ia ser timo,
hein, professora?

<R+>
Cristina Porto.
*Se Ser, Serafina*?
So Paulo: tica, 1997.
<p>
Seguindo as pistas do texto

 1. Voc sabe o que significa a palavra prefeita? E administrao?
  Converse com os colegas ou consulte o dicionrio.

 2. "(...) *se* gente grande fosse criana e se criana fosse gente
grande (...)."
  Qual a idia transmitida pela palavra destacada?
 a) desejo 
 b) realidade 
 c) certeza

 3. E a palavra *porque* em "Sim, porque todas as crianas iam trabalhar
comigo na prefeitura."? Qual  a idia transmitida por essa palavra?
  Destaque a resposta certa:
 a) dvida 
 b) explicao 
 c) imaginao

<184>
Discutindo as idias do texto

 1. Copie do texto uma frase que mostre com quem a menina est
conversando.
 2. Quem Serafina quer ajudar? De que maneira?
 3. A maneira que ela escolheu  a mais indicada? Por qu?
<R->

Ateno  fala e  escrita

 1. Releia:
  Enquanto as gentes grandes fossem pra escola (...)
  Como voc explica a palavra pra no trecho destacado?

  Existem palavras que so escritas tentando reproduzir a maneira
como so faladas.
   o caso de pra, pro, pras e pros.

<185>
<R+>
 2. Relacione as colunas, observando as palavras destacadas no trecho abaixo:
<R->
  Vai ver ele nem percebe a gozao, n, no?
  -- T bom, v. Essa deve ser a anedotinha mais velha do
mundo.

<R+>
Ziraldo Alves Pinto. *O livro do riso do Menino Maluquinho*. So Paulo: Melhoramentos, 2000.
<R->

 v _ est
 n _ av
 t _ no ?

Detalhe puxa detalhe

  Nosso governo oferece alguns servios  populao em casos de
emergncia. Veja abaixo o nmero do telefone de alguns desses servios
  190 -- Polcia militar
  192 -- Pronto-socorro
  193 -- Corpo de bombeiros

 Em que situaes voc precisaria ligar para esses nmeros? Converse 
com os colegas.

Roda de leitura

  Em roda, observem as capas de alguns livros 
que ensinam regras de convivncia. Vejam o ttulo 
de cada um, a ilustrao...

  "No fui eu!"
  Aprendendo sobre honestidade

  "E eu com isso!?"
  Aprendendo sobre respeito

  " meu no empresto!"
  Aprendendo sobre generosidade

  "Deixa que eu fao!"
  Aprendendo sobre responsabilidade

  "Falou comigo?"
  Aprendendo sobre ateno

  Com o professor e os colegas, conversem sobre 
a mensagem que cada uma transmite.
  Voc acha que esses livros colaboram para a 
melhor convivncia entre as pessoas? Converse 
com seus colegas de classe.

<186>
Vamos ler 4

  Todos os textos lidos at aqui mostram que as crianas precisam
cumprir certos deveres.
  Voc acha que todas cumprem seus deveres? E voc sabe que, alm
dos deveres, as crianas tm direitos?

Direitos de gente grande

  Aps brincar e estudar o dia inteiro,
o cansao chegou.  noite, voc tem
um sonho... Rei de um pas distante,
decide garantir na lei os direitos de
seus sditos: as crianas. Estabeleceu
que brincar, divertir-se, praticar
esportes, estudar, opinar, viver e ser
livre eram direitos de todos. Tambm
incluiu o dever de ser tratado com
dignidade e respeito. Mas a...
Trrimmmmm! O despertador tocou.
O sonho foi embora e, com ele, a lei dos
direitos da criana, certo? Errado. (...)

<R+>
Carlos Roberto Cury e Mara Figueira. Globinho, jornal
*O Globo*, Rio de Janeiro, 5 jan. 2003

Seguindo as pistas do texto

 1. Que palavra do texto pode substituir a palavra regra? Marque com um X.
 a) direito 
 b) lei 
 c) dever

 2. Que palavra do texto interrompe o sonho da criana? Essa palavra imita
que som?
 3.  noite, a criana, quando dorme, tem um sonho. Destaque o trecho 
do txto que mostra esse sonho.

<187>
<p>
Discutindo as idias do texto

 1. A criana, sonhando que era um rei, decide garantir para todas as
outras alguns direitos. Quais so eles?
 2. Que frase do texto mostra que na vida real muitas crianas no tm
seus direitos respeitados?

 3. Por que o ttulo  "Direitos de gente grande"? Destaque as respostas possveis.
 a) Porque as crianas esto com
pena dos adultos.
 b) Porque as crianas no gostam
dos adultos.
 c) Porque as crianas conseguem
pensar como adultos.
 d) Porque as crianas devem
conhecer e cobrar o respeito
aos seus direitos.

 4. De acordo com o texto lido, quem pensa em garantir as leis  um rei.
  No caso das crianas brasileiras, quem deve cuidar de tratar as crianas
com respeito e dignidade? Discuta com os colegas e anote as concluses:
<R->

<188>
Vamos ler 5

  Ruth Rocha  uma escritora que
demonstra muita preocupao com
as crianas. Vamos ler dois textos
escritos por ela?
  Esta  uma adaptao da
Declarao dos direitos da criana.
Voc sabe o que  uma declarao?
Converse com o professor.

  Voc sabia que brincar  um
dos direitos das crianas?

<R+>
 A --
 Declarao dos direitos da criana

 Artigo 1 -- No importa se uma pessoa 
branca,  preta ou amarela. No importa se 
homem ou mulher (...). Todas as pessoas tm
direitos e o direito das pessoas tem que ser
respeitado. A criana  uma pessoa. E sendo
mais frgil que as pessoas grandes, ela tem ainda
mais direito a que respeitem os seus direitos.

 Artigo 2 -- A criana tem que ser protegida
e tem que ter todas as oportunidades, para que
ela possa crescer com sade, com liberdade e
com dignidade.

 Artigo 3 -- Toda criana tem direito a ter um
nome e a pertencer a um pas.

 Artigo 4 -- Toda criana deve ter boa
alimentao, um lugar para morar, tempo e lugar
para brincar e tambm assistncia mdica.

<189>
 Artigo 5 -- Se a criana for
deficiente, ela tem direito a tratamento,
educao e cuidados especiais.

 Artigo 6 -- Toda criana tem direito a ser
amada e cuidada e se sentir em segurana, de
preferncia na companhia dos pais.

 Artigo 7 -- Toda criana tem o direito de
desenvolver suas qualidades e, para isso, ela tem
direito  educao e cuidados especiais.

 Artigo 8 -- A criana deve ser a primeira
a ser socorrida em caso de desastre.

 Artigo 9 -- A criana deve ser
protegida contra a maldade, os
maus-tratos e a falta de interesse.

 Artigo 10 -- A criana deve ser protegida do
preconceito, seja ele racial ou de religio, 
<p>
  e deve
viver num ambiente de paz e de boa vontade.

Texto adaptado por Ruth Rocha. Revista *Nova Escola*, So Paulo, 1986, Abril.
<R->

<190>
  Neste texto
Ruth Rocha
transformou a
Declarao dos
direitos da criana
em um poema.

 B --
  Os direitos das
crianas segundo
Ruth Rocha

 ()
 Criana tem que ter nome
 Criana tem que ter lar
 Ter sade e no ter fome
 Ter segurana e estudar.

 No  questo de querer
 Nem questo de concordar
 Os direitos das crianas
 Todos tm de respeitar.
 ()
 Mas a criana tambm tem
 O direito de sorrir.
 Correr na beira do mar,
 Ter lpis de colorir...
 ()
 Carrinho, jogos, bonecas,
 Montar um jogo de armar,
 Amarelinha, petecas,
 E uma corda de pular.

 Um passeio de canoa,
 Po lambuzado de mel,
 Ficar um pouquinho  toa...
 Contar estrelas no cu...
 ()
 Festejar o aniversrio
 Com bala, bolo e balo!
 Brincar com muitos amigos,
 Dar uns pulos no colcho.
 ()
 E quando a noite chegar,
 Um bom banho, bem quentinho,
 Sensao de bem-estar...
 De preferncia um colinho.

 Uma caminha macia,
 Uma cano de ninar,
 Uma histria bem bonita,
<p>
 Ento, dormir e sonhar...
 ()

<R+>
Ruth Rocha.
*Os direitos das crianas
segundo Ruth Rocha*.
So Paulo: Companhia
das Letrinhas, 2002.

<191>
Seguindo as pistas do texto

 1. No texto A, para que servem as expresses Artigo 1, Artigo 2...?
 2. Releia estes versos de Os direitos das crianas segundo Ruth Rocha.
 Po lambuzado de mel,
 Com bala, bolo e balo!
 Um bom banho, bem quentinho,
  Voc acha que uma lei pode ser escrita com essas palavras? Por qu?

 3. Observe o ttulo do texto B: Os direitos das crianas *segundo Ruth
Rocha*. Qual o sentido da expresso grifada? Destaque as
respostas possveis:
 a) Ruth Rocha escreveu o seu segundo livro.
 b) A escritora conhece a Declarao dos direitos da criana.
 c) O poema de Ruth Rocha foi escrito com base no documento
  Declarao dos direitos das crianas.
 d) Ruth Rocha desconhece a Declarao dos direitos das crianas.

<192>
 Discutindo as idias do texto

 1. Os dois textos falam sobre o mesmo assunto? Explique.

 2. Destaque o que estiver correto:
 a) O texto A  um texto informativo.
 b) O texto B  um texto potico.
 c) O texto A tem vrias estrofes.
 d) O texto B possui versos e rimas.
 e) O texto A tambm possui versos.
 f) O texto B est dividido em artigos.

3. Destaque, nos textos lidos, os
trechos que mostram os seguintes direitos das crianas:
 a) direito a receber carinho
 b) direito a ter um nome
 c) direito a brincar

 4. Escolha no poema de Ruth Rocha a estrofe de que voc mais gosta.
<R->

<193>
Trabalhando a oralidade

  Organize com os colegas a leitura do texto Os direitos das crianas
segundo Ruth Rocha. Cada aluno vai ler uma estrofe. No final da leitura, a
classe vai conversar sobre os direitos que o poema apresenta.

Detalhe puxa detalhe

  No Brasil, existe uma lei que protege crianas e adolescentes.  o
Estatuto da Criana e do Adolescente (ECA). Vamos conhecer alguns
pontos dessa lei:

O que diz o ECA?

  Em primeiro lugar, crianas e
adolescentes tm direito  vida, ao respeito,
 sade, ao lazer,  dignidade,  alimentao,
 liberdade, ao acesso  cultura e ao convvio
com a famlia e em comunidade.
A sociedade deve impedir que eles sejam
tratados de forma desumana e violenta e
sejam expostos ao constrangimento.
   obrigao dos pais matricular os filhos
na escola, onde eles devem ser respeitados
pelos professores.
  O ECA prev ainda o direito 
profissionalizao. Mas  proibido o trabalho
de menores de 14 anos, exceto como
aprendiz. O adolescente pode ter um
emprego. Mas, ateno: o trabalho no pode
ser realizado de madrugada ou em horrio
que impea que freqente a escola.

<R+>
Carlos Roberto Cury e Mara Figueira. Globinho,
jornal *O Globo*, Rio de Janeiro, 5 jan. 2003.
<R->

  Depois de conhecer um pouco dessa lei, tente responder as questes
a seguir. Depois, confira a resposta.

<194>
<R+>
 1. Quem tem o dever de garantir que sejam exercidos os direitos das
crianas  vida,  sade,  educao,  liberdade, ao esporte, ao lazer, 
convivncia familiar?
 a) o governo
 b) a criana
 c) famlia, governo e comunidade
<p>
 2. Na escola, a criana tem o direito de:
 a) faltar sempre que quiser.
 b) brigar com os professores.
 c) ser respeitada pelos colegas, professores e funcionrios.

 3. A criana at 6 anos tem o direito a:
 a) no estudar.
 b) receber atendimento em creche e pr-escola.
 c) trabalhar oito horas por dia.

 Resultados: 1 -- c; 2 -- c; 
  3 -- b

 4. Agora, com a classe, veja se estas crianas
tm seus direitos respeitados.
<R->

  Crianas ensacam carvo em Ouricuri (PE), 1996.
  Criana pedindo esmola em So Paulo (SP), 2000.
  Com 13 anos, o menino vende balas em uma esquina do bairro do Leblon, no Rio de Janeiro, 2003.

<195>
<R+>
 5. Converse com o professor e os colegas sobre estas questes.
<R->
  Toda criana que voc conhece:
  ... est na escola?
  ... tem direito a dizer o que quer?
  ... brinca?
  ... tem casa para morar?
  Aps responder a essas perguntas, reflita sobre como so tratadas as
crianas no Brasil. Troque idias com a classe.

Agora voc escreve

  Que tal escrever a Declarao dos deveres dos adultos?
  Volte ao texto Declarao dos direitos da criana, de Ruth Rocha, e
observe como ele est organizado. Com base nessa observao, organize,
com a classe, os artigos dessa nova lei, dos deveres dos adultos.
  O professor vai escrev-la no quadro-de-giz e depois voc copia.

Declarao dos Deveres dos 
  Adultos

<196>
Avaliando o texto

  O texto que vocs produziram est dividido em artigos? Eles esto
numerados? O texto expe realmente os deveres dos adultos?
  Em casa, mostre o texto para um adulto. Pergunte a opinio dele.

Divertimento

  Observe esta tirinha:
  
  "Me, posso dizer que essa sopa  uma droga? Hem? Que  a porcaria 
mais imunda que eu j comi na vida?
Ou a crtica construtiva te incomoda?"

<R+>
Quino. *Toda Mafalda*. So Paulo: Martins Fontes, 2000.
<p>
 1. Na tirinha, Mafalda manifesta sua opinio sobre a sopa que lhe foi
servida. Que palavras e expresses ela usa para isso?
 2. Essas palavras passam que tipo de impresso sobre a sopa? Boa,
ruim ou pssima?
 3. Ser que a sopa estava to ruim assim? Por que Mafalda escolheu
essas palavras?
<R->

<197>
Trabalhando a oralidade

  Troque idias com os colegas sobre estas questes:
  Criana tem o direito de perguntar?
Por qu?
  Criana tem o direito de dar opinio?
Por qu?
  Qual a melhor forma de manifestarmos
nossas opinies?

Agora voc escreve

  Escreva dois textos em que voc manifeste sua opinio, de acordo com
as indicaes abaixo.
<R+>
 1. Para o professor, sobre este livro.
 2. Para seu melhor amigo, sobre o time de futebol para o qual ele torce.
<R->

<198>
Uma atividade diferente

  Nesta unidade, conhecemos alguns direitos e deveres das crianas, dos
adolescentes e dos adultos. Agora que voc chegou ao final dela, crie, com
os colegas, uma lista de Direitos e deveres na escola.
  Conversem sobre o que professores, diretores e alunos devem fazer
para que o dia-a-dia escolar seja o melhor possvel, e tambm sobre o que
 necessrio para que todos desempenhem bem sua funo.
  Anotem as concluses no bloquinho:

 1) Sala de aula
  Direitos: ..... Deveres: .....
 2) Biblioteca
  Direitos: ..... Deveres: .....
 3) Refeitrio
  Direitos: ..... Deveres: .....
 4) Ptio
  Direitos: ..... Deveres: .....

  Com o professor, faam
um cartaz e pendurem-no
no mural da sala de aula,
para que todos cumpram
seus deveres e conheam
seus direitos.
  Bom trabalho!

               oooooooooooo
<199>
<p>
Unidade 9

Eu conto um conto. Que 
  encanto!!!

  Nesta unidade, voc vai fazer uma viagem
diferente. Vai conhecer alguns mistrios do livro
e todo o encantamento das histrias!
  Existem vrios tipos de histrias: histrias em
quadrinhos, contos de fadas, de assombrao...
  Quais voc conhece?

<200>
Uma atividade diferente

Teste sua memria!

  Abaixo, voc vai encontrar personagens de diferentes histrias
em quadrinhos e contos de fadas. Com um colega, tente lembrar o nome
delas, as caractersticas de cada uma e o ttulo da histria a que pertencem.

  Chapeuzinho Vermelho
  Rapunzel
  Cinderela
  A Bela e a Fera
  Os Sete Anes

Trabalhando a oralidade

  Agora, voc vai contar uma histria para a classe.
  O professor vai dividir a turma em grupos de trs alunos. Cada grupo
escolhe uma histria (pode ser Chapeuzinho Vermelho, A Bela
Adormecida, Cinderela, A Bela e a Fera, Joo e Maria, Joo e o P de
Feijo...) e o modo como ir cont-la: fazendo um teatrinho, deixando o
final para os colegas completarem, usando fantoches...
  Importante: Esta atividade no termina aqui! Adiante, voc e seus
colegas criaro um momento especial: a Hora do conto. Aguarde!

<201>
<p>
Vamos ler 1

  Histria lembra livro...
  Pense na palavra livro. Como voc explicaria o que  um livro?
  Veja a explicao do dicionrio:

 A --
  Livro s.m. 1. Reunio de folhas impressas, encadernadas. 2.
Obra em prosa ou verso sobre qualquer assunto. 3. Diviso
de uma obra (os livros da Bblia). 4. Escrito suficientemente
extenso para formar um volume. 5. Registro (de endereos,
assinaturas, operaes comerciais, etc.).

<R+>
*Minidicionrio Luft*. So Paulo: tica, 2002.
<R->

<202>
  Agora, veja como este texto se refere ao livro de um jeito potico.
  Voc j pensou que o livro pode ser uma caixa? De qu?
<p>
 B -- 
 Caixa mgica de surpresa

 Um livro
  uma beleza,
  uma caixa mgica
 s de surpresa. (...)

 Um livro
 tem asas
 longas e leves
 que, de repente,
 levam a gente
 longe, longe.

 Um livro
  parque de diverses
 cheio de sonhos coloridos,
 cheio de doces sortidos,
 cheio de luzes e bales.
 (...)

 Um livro
  uma floresta
 com folhas e flores
 e bichos e cores.
  mesmo uma festa,
 um ba de feiticeiro,
 um navio pirata no mar,
 um foguete perdido no ar,
  amigo e companheiro.

<R+>
Elias Jos. *Caixa mgica de surpresa*.
So Paulo: Paulus, 1984.

<203>
Discutindo as idias dos textos

 1. Os dois textos falam de livros, mas so diferentes. Qual deles trabalha
com a emoo? Por qu?

 2. Volte ao texto B e destaque os trechos que mostram o livro como:
 a) Um espao de muitas brincadeiras.
 b) Um espao de mistrio e aventuras.

 3. E voc, em que pensa quando ouve a palavra livro?
Solte a imaginao e anote tudo!
<R->

<204>
Agora voc escreve

  Voc leu dois textos que falam de livros: o primeiro, um verbete de
dicionrio; o segundo, uma definio feita de forma potica.
  Veja como algumas crianas definiram o livro:

  -- Livro  muito legal!
  --  o lugar onde se aprende.

  Que tal, com um colega, escrever uma definio de livro?
  Voc pode aproveitar as idias que escreveu e leu at aqui.

Avaliando o texto

  Leia sua definio para a classe.
  Ela mostra a realidade ou a fantasia? Lembra um verbete de dicionrio
ou um poema? Voc usou a palavra ** para introduzir a definio?

<205>
 Vamos ler 2

  Livro lembra histria...
  Que tal conhecer a histria de uma menina bonita?
  Como ser a beleza dessa menina? Ser que est s na sua aparncia
ou  uma beleza que vem de dentro?

Menina bonita do lao de fita

  Era uma vez uma menina linda, linda. Os olhos dela pareciam
duas azeitonas pretas, daquelas bem brilhantes. Os cabelos eram
enroladinhos e bem negros, feito fiapos de noite. A pele era escura e
lustrosa, que nem o plo da pantera negra quando pula na chuva.
  Ainda por cima, a me gostava de fazer trancinhas no cabelo dela
e enfeitar com lao de fita colorida. (...)
  Do lado da casa dela morava um coelho branco, de orelha cor-de-rosa,
olhos vermelhos e focinho nervoso sempre tremelicando. O
coelho achava a menina a pessoa mais linda
que ele tinha visto em toda a vida. (...)
  Por isso, um dia ele foi at a
casa da menina e perguntou:
  -- Menina bonita do lao
de fita, qual  teu segredo
pra ser to pretinha?
A menina no sabia,
mas inventou:
  -- Ah, deve ser porque
eu ca na tinta preta
quando eu era
pequenina...
  O coelho saiu dali,
procurou uma lata de tinta
preta e tomou banho nela.
Ficou bem negro, todo
contente. Mas a veio uma
chuva e lavou todo aquele
pretume, ele ficou branco outra vez.

<206>
  Ento ele voltou l na casa da menina e perguntou outra vez:
  -- Menina bonita do lao de fita, qual  teu segredo pra ser to
pretinha?
  A menina no sabia, mas inventou:
  -- Ah, deve ser porque eu tomei muito caf quando era
pequenina.
  O coelho saiu dali e tomou tanto caf que perdeu o sono e passou
a noite toda fazendo xixi. Mas no ficou nada preto.
  (...)
  Por isso, da a alguns dias ele voltou l na casa da menina e
perguntou outra vez:
  -- Menina bonita do lao de fita, qual  teu segredo pra ser to
pretinha?
  A menina no sabia e j ia inventando outra coisa (...) quando a
me dela (...) disse:
  -- Artes de uma av preta que ela tinha...
  A o coelho (...) viu que a me da menina devia estar mesmo
dizendo a verdade (...). E se ele queria ter uma filha pretinha e linda que
nem a menina, tinha 
<p>
era que procurar uma coelha preta para casar. (...)

<R+>
Ana Maria Machado. *Menina bonita do lao de fita*. So Paulo: tica, 1999.
<R->

<207>
Discutindo as idias do texto

<R+>
 1. Essa histria comea com a expresso "Era uma vez". Que tipo de
histria costuma comear desse jeito?

 2. Essa expresso mostra que a histria aconteceu em um tempo distante.
  Que outras expresses da histria
marcam o tempo? Destaque as respostas certas:
 a) um dia
 b) do outro lado da casa
 c) da a alguns dias

 3. Quem  a personagem principal?
<p>
 4. Quem so as outras personagens que participam da histria?

 5. Descreva as caractersticas...
 a) da menina:
 b) do coelhinho:

<208>
 6. Copie uma frase do texto que mostre a presena do narrador.
 7. O coelhinho faz sempre a mesma pergunta para a menina.
  Copie do texto essa pergunta. No se esquea do travesso.
 8. Repare nas respostas que a menina d ao coelho. Ela sabe por que 
"to pretinha"?
<R->

Detalhe puxa detalhe

  As narrativas so compostas de vrios elementos,
que tm funes variadas.
  Encontre na caixinha o nome de alguns deles e
complete as frases.
 persoanagem
 ambiente
 narrador
<R+>
 a) Eu conto a histria.
 Sou o .....
<209>
 b) Estou sempre participando das histrias.
 Sou a .....
 c) A histria acontece sempre em um lugar.
 Este lugar  o .....

Ateno  fala e  escrita

 1. Observe a escrita da palavra histria.
  Todas as letras dessa palavra so pronunciadas? 
  Escreva o que voc concluiu. 
 2. Continue sua observao.
  E nas palavras chave, milho... O que acontece com a pronncia dessa
letra?
 3. A seguir, encontre, em jornais e revistas, palavras escritas com a letra *h*.
  Faa uma lista dessas palavras.
 4. Leia-as para seus colegas e escreva-as em um cartaz.
<R->

<210>
Divertimento

  Leia a tirinha:

<R+>
_`[{personagens: me de Suri e a fada madrinha:
  -- Suri!! Vem fazer sua lio!!
  -- Oi! Sou a fada madrinha dela! A Suri est no meio de um conto de fadas, no d pra interromper agora...
  -- E a lio?
  A fada madrinha obedece  me de Suri e faz a lio para a menina_`]

Laerte. Folhinha, in: *Folha de S. Paulo*, 27/9/2003.
<R->

  Converse com um colega sobre ela.
<R+>
 a) Em que tipo de histria costuma aparecer a fada madrinha? Qual 
sua funo?
 b) Qual  a relao da tirinha com os contos de fadas?
 c) Essa tirinha  engraada? Onde est a graa: no que a personagem faz
ou no que ela diz?
<R->

<211>
Vamos ler 3

  Veja a pgina abaixo,
de um jornal para crianas:

<R+>
_`[{um homem numa ilha, rodeado de rvores, plantas e alguns animais_`]
  Folinha -- um jornal a servio da criana.
  Mar de histrias
  Aventuras para ver, ouvir, cantar e ler a partir do dia 15 em feira de livros no Rio de Janeiro.
  Conhea livros novos de Ziraldo, Raquel de Queiroz, Rogrio Andrade 
Barbosa e Heloisa Prietro.

Folhinha, Folha de S. Paulo, 10 maio 2004, capa.
<R->

Discutindo as idias do texto

<R+>
 1. Copie do texto uma frase
que mostre que o jornal
 para crianas.

 2. Qual a finalidade da
reportagem "Mar de histrias"? Marque com um X as respostas certas:
 a) Anunciar uma feira de livros.
 b) Anunciar que o mar est poludo.
 c) Anunciar s crianas que na feira haver muitos livros.

 3. Explique com suas palavras a manchete "Mar de histrias".
 4. O que a ilustrao da notcia sugere?
 5. A notcia convida a conhecer alguns autores.
  Quem so eles?
  Que tal ir at a biblioteca e ler um livro desses autores?
<R->

<212>
<p>
Trabalhando a oralidade

  Voc conhece todas estas cantigas?
  Leia e cante-as com o professor, com muito ritmo e entonao.

 A --
 Eu fui no Itoror
 beber gua,
 no achei.
 Achei bela morena,
 que no Itoror deixei.

 B --
 Meu limo
 Meu limoeiro,
 Meu p, meu p
 de jacarand
 Uma vez
 Esquind l, l
 Outra vez
 Esquind, l, l...

 C --
 Cai, cai, balo,
 Cai, cai, balo,
 Aqui na minha mo
 No vou l,
 No vou l,
 No vou l,
 Tenho medo de apanhar

<213>
 D --
 Ciranda, cirandinha,
 Vamos todos cirandar
 Vamos dar a meia-volta
 Volta e meia vamos dar

 E --
 Faz trs noites
 que eu no durmo
 , l, l
 pois perdi o meu galinho
 , l, l
 Coitadinho
 , l, l
 Pobrezinho
 , l, l
 Se perdeu l no serto

 F --
 Ol, mulher rendeira
 Ol, mulher rend
 Tu me ensina
 A fazer renda
 Que eu te ensino
 A namorar

Cantigas populares

<214>
Texto dialoga com texto

  Repare como a escritora Ana Maria Machado misturou cantigas a
personagens de contos de fadas nesta histria. Como ser que ficou? Leia
e confira.

Cad meu travesseiro?

 Isadora est com sono,
 j vestiu o seu pijama.
 J deu boa-noite a todos
 e agora vai pra cama.

 Voc viu meu travesseiro?
 Eu no sei onde botei.
 Vai ver, ficou na mochila
 Que no Itoror deixei.
<p>
 
 Faz trs noites que eu no durmo,
 pois perdi meu travesseiro.
 Aposto que quem achar
 vai dormir um ano inteiro.
 ()
 -- Ai, ai, que correria,
 Ai ai ai, que gente m
 E se Rapunzel pegou
 A maior fofura que h?

 -- Eu tenho trana macia
 e nem uso travesseiro.
 Veja com Branca de Neve
 No limo meu limoeiro.

 Branca estava assando torta
 De ma, para a merenda.
 -- Eu s gosto de almofada
 mas te ensino a fazer renda.
 ()

 -- Quero meu travesseirinho,
 seno, que ser de mim?
 Mando buscar outro, maninha,
 Com a lmpada do Aladim.
<p>
 
 -- Quero achar meu travesseiro,
 seu gnio, preste ateno.
 Faa logo ele cair
 Na palma da minha mo.

 -- Vamos dar a meia-volta,
 volta e meia vamos dar.
 No  melhor te levar
 At onde ele est?
 ()
 -- Aqui est meu travesseiro,
 no meu quarto, em minha cama,
 Quem trouxe foi o meu pai,
 O prncipe que me ama.

<R+>
Ana Maria Machado. Globinho,
*O Globo*, Rio de Janeiro, 12 out. 2003.

<215>
 1. Quem  a personagem principal, isto ,
mais importante da histria?
 2. Qual foi o objeto que a menina
perdeu?
 3. O que ela faz para tentar achar o
objeto?
 4. Que personagens dos contos de fadas
aparecem na histria?
 5. E quanto s cantigas? Destaque do texto os
trechos em que elas aparecem.
 6. Afinal, onde estava o travesseiro de
Isadora?
 7. Voc acha que Isadora perdeu de
verdade o travesseiro ou tudo foi
imaginao da menina?

<216>
 8. Repare que a histria foi escrita em forma de poema, com muitos
versos e estrofes.
 a) Os versos esto rimados? Se sua resposta for sim, copie trs rimas
do poema.
 b) Quantas estrofes h no poema?

 9. Voc achou interessante a mistura de personagens e cantigas feita pela
autora? Por qu?
<R->

Divertimento

  Na maioria dos contos de fadas, existe um objeto que identifica a
histria. Na histria de Isadora, era o travesseiro.
  E nas outras histrias?
  Descubra, relacionando a 1 coluna com a 2.

1 coluna
 Cinderela 
 Aladim 
 Chapeuzinho Vermelho
 Branca de Neve 
 Rapunzel 

2 coluna
 tranas
 ma envenenada
 sapato de cristal
 lmpada encantada
 gorro vermelho

<217>
Roda de leitura

  Agora, a classe vai escolher uma histria a ser contada pelo professor
ou um colega.  a *Hora do conto*.
  A pessoa escolhida vai preparar a apresentao da histria com
desenhos, fantoches, uma dramatizao ou simplesmente com a leitura
dessa histria.
  Planejem mais dias para a *Hora do conto* e convidem outras pessoas
para apresentar a histria: pode ser a diretora, a me de algum da classe,
um funcionrio, um colega de outra srie...
  Mos  obra!

Na ponta da lngua

  Nos contos de fadas, a expresso "Era uma vez" indica um tempo passado.
<R+>
 1. Destaque das frases as palavras ou expresses que indicam tempo:
 a) Ontem, vov leu histrias sentada na poltrona.
 b) Todas as crianas, no domingo, viram o filme "A Bela e a Fera" na tev.
 c) Eu adoro ouvir histrias todos os dias.
<p>
 2. E as expresses "na poltrona" e "na tev", o que indicam? Converse
com o professor.
<R->

<218>
Vamos ler 4

  Leia esta reportagem. Ela fala sobre os seres encantados. Voc sabe o
que so seres encantados?

Seres encantados que 
  desembarcaram no Brasil

Abrindo a bagagem

  Em Portugal, h 500 anos, um monte de gente acreditava em
lobisomem e em mula-sem-cabea, e parte dessa gente veio para o
Brasil.
  Aqui, os portugueses comearam a contar histrias de sua terra e
de sua bagagem cultural tiraram tambm outros seres fantsticos,
como sereias, sacis, velhos-do-saco, bruxas, fadas, bicho-papo,
papa-figos e muito mais (...).
  Os negros, trazidos da frica pelos portugueses para serem
escravos, alm de muita tristeza e saudades de sua terra natal,
trouxeram, tambm, inmeras histrias (...) seus hbitos e seus
costumes, ou seja, a tal bagagem cultural.
<219>
  Na imaginao dos viajantes, livres ou escravizados, veio toda
sorte de crenas, mitos e lendas que aqui, em solo frtil, brotou e
proliferou por todo o territrio. Com os portugueses vieram
lobisomens, mulas-sem-cabea e outros. Com os africanos vieram
quibungo, chibamba e as histrias de animais.
  A, voc pode perguntar: e as histrias dos ndios que j estavam
aqui? Eu diria que os lobisomens e os quibungos encontraram-se
com mapin-guaris, caiporas, curupiras e passaram a conviver em
harmonia nas florestas e na imaginao dos brasileiros que iam
nascendo, neste novo territrio, da 
mistura de europeus, africanos
e ndios.

<R+>
Globinho, jornal *O Globo*, Rio de Janeiro, 19 ago. 2001.
<R->

Seguindo as pistas do texto

  Releia a reportagem com o professor e d uma "paradinha" nas
palavras que voc no conhece.
  Com a ajuda dele, dos colegas e do dicionrio, tire suas dvidas.

<220>
Discutindo as idias do texto

<R+>
 1. Quais so os trs grupos de indivduos citados na reportagem?
 2. Para que voc acha que servem as histrias de bicho-papo, bruxas,
fadas e monstros?
<p>
 3. Qual  o objetivo dessa reportagem? Destaque as respostas
certas:
 a) Informar qual  a histria mais engraada.
 b) Informar como chegaram at aqui algumas histrias e lendas.
 c) Informar que cada povo tem suas histrias.
<R->

Divertimento

  De acordo com um mito do povo fon, da frica, existe uma cobra
arco-ris que foi criada para segurar o cu. A parte vermelha
representa o homem, e a azul, a mulher. Descubra quais letras
completam a expresso abaixo e saiba o nome do tipo de mito que
conta a origem do mundo.

  Mito da cr.......... 

<R+>
Folhinha, jornal *Folha de S.Paulo*, So Paulo, 10 maio 2003, p. F2. (Texto adaptado.)
<R->
<L>
<221>
 Ateno  fala e  escrita

  Drago e ogro -- personagens das histrias encantadas -- tm seus
nomes escritos com a letra g.
  Em grupos, pesquisem, em jornais e revistas:
<R+>
 a) Palavras escritas com ga, go, gu.
 b) Palavras escritas com go.
 c) Palavras escritas com gr.
 d) Palavras escritas com gue e gui.
 e) Palavras escritas com ge e gi.
<R->

  Cada grupo deve fazer uma lista com essas palavras e dit-las para os
colegas.
  Depois, converse com o professor sobre a escrita dessas palavras.

Agora voc escreve

  Com um colega, voc vai criar uma histria encantada. Nela devem
aparecer as palavras que esto no quadro abaixo.
  Quando voc for usar uma dessas palavras, no escreva... desenhe!

<F->
!::::::::::::::::::::::::
l  sapo  coroa  castelo  _
l  vassoura  bosque      _
l  varinha de condo.    _
h::::::::::::::::::::::::j
<F+>

<F->
==================================
  pea orientao ao professor  y
gggggggggggggggggggggggggggggggggg
<F+>

  Capriche, pois a seguir voc vai dramatizar sua histria para a classe.

<222>
Uma atividade diferente

  Agora, cada dupla vai escolher a parte mais interessante da histria que
escreveu e apresent-la como em uma pea teatral.
  Renam-se e ensaiem a apresentao, treinando as falas e os gestos de
cada personagem.
  Com a ajuda do professor, enfeitem-se com papel crepom e pintem o
rosto de acordo com a personagem que vo interpretar.
  Antes da apresentao, preparem a decorao da sala de aula:
confeccionem estrelas, uma lua, varinhas de condo, asas de morcego, sapo
com coroa, fadinhas, bruxas... e usem fitas de papel colorido para enfeitar
as paredes.
  Depois,  s viajar no mundo encantado das histrias!
  Bom espetculo!!

               xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxo

Fim da Obra



